SUNSHINE ANDRADE

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Que dia é hoje?

Dia de Finados

Como lidar com o luto

Saiba como é possível enfrentar as fases do luto para superar uma perda
Por Andreia Mattiuci




Falar sobre a morte é sempre um tema difícil, principalmente em uma sociedade que sonha cada vez mais na juventude eterna (tratamentos estéticos), além é claro, das novas tecnologias na medicina. Lutamos e ignoramos a morte e esquecemos que ela é um processo natural da vida e que todos, sem exceção, irão passar.
Nas sociedades antigas a morte era algo comum, crianças morriam de doenças que hoje estão erradicadas e jovens adultos morriam de uma simples apendicite. É claro que as famílias eram mais numerosas, os vizinhos eram mais próximos e os velórios feitos em casa.
A família mudou e diminuiu, podemos usar os grandes centros como exemplo, onde casais optam por não terem filhos ou terem apenas um. Não temos mais tempo para sentar na calçada com nossos vizinhos para conversar, alias não temos tempo nem para conhecer nossos vizinhos. Assim, nosso amor é direcionado para poucos, e quanto menos temos, maior vai ser a dor da perda.
As 5 fases do luto
Perder alguém dói (muito), a sensação é de que nosso coração vai rasgar, vai parar e não vamos conseguir seguir em frente. Nesse momento estamos em choque e não é possível ver uma saída para tanto sofrimento e por isso é importante aceitar a dor e vivenciá-la (chorar, entristecer, gritar, etc) e não “esconder” ou “abafar” os sentimentos, pois em algum momento eles virão à tona. O choque é a primeira das 5 fases do luto, as demais são:
• Negação: É um mecanismo de defesa da pessoa que a leva a não acreditar ou a não querer acreditar no que aconteceu. Geralmente a pessoa usa expressões do tipo “Eu não acredito que isto me tenha acontecido”, “não pode ser possível”. A impressão é que a pessoa morta entrar a qualquer instante pela porta.
• Culpa: Trata-se de um sentimento muito comum. As pessoas começam a pensar em tudo o que poderiam ter dito ou feito para impedir essa morte.
• Depressão: Estágio em que ocorrem mudanças súbitas de emoções (crises de choro, momentos depressivos, raiva, isolamento). Apesar de preocupante, é uma fase essencial para que a pessoa possa fazer uma análise mais franca sobre o ocorrido.
• Aceitação: É onde a pessoa começa a ter consciência do que aconteceu e se prepara para voltar as suas atividades.
Apesar de toda pessoa enlutada passar por essas cinco fases, cada uma terá uma reação e um tempo próprio. É importante dizer que a morte não traz apenas a perda de uma pessoa querida, mas de todo contexto em que ela vivia, como por exemplo: os afazeres da casa, pagamentos, passeios, etc.
É comum encontrarmos senhoras viúvas que nunca foram à um supermercado ou que não sabem a senha do cartão do banco, pois isso era atribuição do marido falecido. Por isso, a morte sempre traz um recomeço onde é preciso aprender sem a ajuda da pessoa que se foi.
Em muitos casos a dor da perda se agrava na existência de algum tipo de conflito, onde não havia uma boa convivência. É uma situação bastante delicada, pois normalmente um simples “me desculpa” resolveria a situação.
Superando uma perda
É claro que a dor da perda sempre irá existir, mas devo concordar com a música “Pais e Filhos“ de Renato Russo, onde ele diz que “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”, pois o cuidado e respeito durante a vida ajudará a vivenciar a morte de uma forma mais serena, sem o peso e a culpa do que não foi feito ou do que ficou mal falado.
Além disso, é preciso aceitar e falar sobre a morte e isso inclui ter independência e não deixar a vida nas mãos da outra pessoa (bancos, compras, etc), quando maior a dependência maior a dificuldade de retomar a vida; conversar sobre a morte encefálica e doação de órgãos (muitos orgãos não são doados e muitas outras vidas são perdidas porque simplesmente isso não é conversado); informar outras pessoas de seguros de vida, pertences, etc.; não deixar planos e sonhos para depois e etc. Quanto mais falarmos e resolvermos as questões enquanto estamos vivos, mais natural será a morte quando ela chegar.
Então, podemos dizer que não existe um remédio milagroso que nos ajude a superar uma perda, a única solução é enfrentá-la e aos poucos construir uma nova história, sem culpa ou remorso.
O tempo se encarregará de trazer uma loja nova no bairro, um novo amigo, uma roupa nova, um corte de cabelo diferente, um emprego novo, novas experiências e assim a vida segue seu curso natural, sem esquecer é claro das boas lembranças que a pessoa deixou.
“A dor é suportável quando conseguimos acreditar que ela terá um fim e não quando fingimos que ela não existe.” (Allá Bozarth-Campbell)

Feijão Assado


Ingredientes:
1/2 quilo de feijão
1/2 quilo de bacon, em fatias partidas ao meio
1 quilo de cebola cortada em rodelas
3 tomates maduros picados
pimentão
1 xícara (de chá) de óleo
3 dentes de alho, amassados com uma colher (de sopa) de sal
5 colheres (de sopa) de farinha de mandioca


Preparo:
Cozinhe o feijão com o óleo, o alho com sal, o pimentão cortado, o tomate e um litro de água. Assim, o feijão pega o sabor dos temperos. Deixe cozinhar por uma hora. Em outra panela, prepare o recheio. Frite o bacon e retire da panela. Frite a cebola na mesma gordura. Em uma travessa, despeje a metade do feijão, ponha em seguida a cebola, o bacon e o estante do feijão. Decore com o que sobrou do bacon e polvilhe a farinha de mandioca. Leve ao forno e retire a travessa quando o feijão estiver borbulhando. Sirva quente.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Fique Firme, não desista


Desistir é uma solução permanente para um problema temporário. James MacArthur

Eu fico imaginando quantas pessoas desistiram dos seus sonhos apenas duas ou três semanas antes de conseguirem aquela realização tão esperada.

Um dos maiores desafios rumo a uma realização bem-sucedida é o de manter um senso de urgência em relação ao seu trabalho, e ao mesmo tempo ser paciente o suficiente para permanecer firme o tempo que for necessário.

É absolutamente importante a presença de três indispensáveis ingredientes: acreditar, ter fé e confiar.

Primeiramente: acreditar naquilo que você está fazendo.

Fé na certeza de que existe um Deus que em momento algum o desamparará; e confiar que mediante os valores que você está estabelecendo, o retorno fatalmente virá numa forma multiplicada, muitas e muitas vezes.

Se você trabalhar em algo o tempo suficiente, e sinceramente der o melhor de si a cada dia, e constantemente buscar novos rumos e estratégias a fim de aprimorar a sua perfórmance, sem nenhuma dúvida você será bem-sucedido.

Tudo aquilo que é rico de genuíno valor e significado toma tempo.

Não me interprete mal. Com isso não estou querendo dizer que você deverá simplesmente esperar que as coisas aconteçam naturalmente por si mesmas.

Saiba aonde você está indo; dê o melhor ao seu trabalho; dê tudo que é possível dar.

Providencie, transmita os valores para o maior número possível de pessoas, e então você se dará conta de que a confiança que depositou nos seus esforços será ricamente recompensada.

Nélio DaSilva

Para Meditação:

Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Josué, 1:7

Que dia é hoje?

HOJE É DIA DE TODOS OS SANTOS .

Por que as crianças gritam tanto?


Entenda o que desencadeia as crises histéricas de gritos e saiba como evitar essas situações
Por Andressa Dias



Ao contrário de que as pessoas naturalmente pensam, em geral, as crianças não gritam porque desejam aborrecer os pais. O que as crianças querem ao falar mais alto ou gritar é chamar atenção. Outro motivo que pode levar as crianças a gritar é o hábito da família. Se todos em casa gritam, por que ela não pode gritar também?
Também é possível que algumas crianças gritem por birra, porque querem algo insistentemente e os pais estão lhe negando. É normal que, quando os pais reagirem da maneira que a criança espera, esse comportamento seja reforçado. Se toda vez que o seu filho grita pedindo algo, você cede para não passar vergonha e dá o que ele quer você está premiando aquela atitude.
Além destes motivos, algumas crianças gritam para experimentar com os efeitos que a voz consegue fazer em determinados locais. Por exemplo, ao gritar em um banheiro de shopping, provavelmente a criança ouvirá um eco e vai querer fazê-lo também porque as crianças são naturalmente curiosas.
Ainda é provável que a criança aprenda o costume de falar alto ou gritar na escola e no convívio com os colegas de classe e os amigos. Se o professor grita com a criança, ela provavelmente vai querer gritar também em algum momento. E o mesmo vale para os colegas, pois às vezes eles também gritam uns com os outros.
Em vista disso, é necessário tomar algumas atitudes para desestimular esse hábito sem precisar gritar com ele, afinal isso tornaria esse costume ainda mais frequente e não resolveria o problema.
Como fazer as crianças gritarem menos?
1 – Não grite com a criança
Como já mencionado, gritar com a criança encoraja ainda mais este tipo de atitude. Se ele estiver gritando em um local público ou em casa, tente chamar a atenção dele para outra coisa. Por exemplo, você pode pergunta-lo algo de interesse dele ou mostrar alguma coisa que possa distrai-lo.
2 – Escolha a hora certa
Sair com o seu filho quando ele estiver irritado ou cansado não é uma boa ideia. Pior ainda se ele estiver com fome ou querendo dormir. Ele fará de tudo para chamar sua atenção e pode começar a gritar para fazer isso. Neste caso, o melhor é evitar essas situações e passear com ele apenas quando o pequeno estiver de bom humor, bem disposto, alimentado e descansado.
3 – Peça a seu filho para abaixar a voz
Em alguns momentos, as crianças se animam tanto brincando ou contado uma história que para eles é interessante, que eles acabam esquecendo alguns modos, como o de não gritar. Por isso é importante lembra-lo de que deve falar mais baixo.
Combine com ele algum gesto ou frase para que ele lembre que é hora de falar baixo, mas evite fazer “shh”, porque isso pode soar autoritário e agressivo. Combinar um gesto ou frase engraçada para os momentos de silêncio pode ser até divertido e deixar você e seu filho mais próximos. Além disso, você pode premiá-lo cada vez que ele se comportar bem falando baixo tanto em casa quanto em locais públicos.
Outro combinado que vocês podem fazer entre a família é permitir falar mais alto em alguns lugares e situações e determinar em quais delas a criança deve falar baixo ou ficar em silêncio. Você pode praticar isso em casa, fingindo que estão vivendo cada situação, para encorajar o cumprimento da regra. Não esquecendo, é claro, de que os pais também devem cumprir a regra.
4 – Mantenha a criança ocupada
Quando os pequeninos estão ocupados, eles se concentram e não gritam. Então, quando for a um restaurante ou supermercado e seu filho não for ter o que fazer enquanto você está ocupada, leve algo para que ele fique distraído. Pode ser um joguinho, folhas para colorir, você pode também pedir que ele te ajuda, assim além de se comportar ele vai aprender noções de organização e se sentir importante por estar fazendo “coisas de adulto”, como pegar um produto na prateleira do mercado.
Por fim, o importante é sempre manter a calma e não ceder a crises histéricas. Lembre-se, se ele gritar, fale mais baixo. Quando seu filho tiver uma atitude agressiva, reaja de forma mais calma. Assim você o acalma e não estimula a histeria. Também não se preocupe com as pessoas que virem seus filhos gritar em locais públicos, preocupe-se apenas em resolver a situação e não se deixe levar pela vergonha. Seguindo esses passos, fica mais fácil manter os pequenos mais quietinhos.

Feijão de leite


INGREDIENTES

• 1/2 kg de feijão mulatinho cozido só com sal
• 200 g de açúcar
• 1 copo de leite de coco
• Sal
COMO FAZER
1. Bater no liqüidificador o feijão cozido com um pouco do leite de coco, até que virar uma pasta
2. Despejar na panela, e acrescentar o açúcar e mexer até que ele tenha derretido, só então colocar o resto do leite de coco e o sal
3. Deixar cozinhar por 20 minutos até que ficar com a consistência de uma sopa de creme
4. O feijão de leite deve ser num prato fundo, acompanhado por muqueca e pode ser camarão, peixe frito ou marisco
5. Não importa o que possa acompanhar
6. O importante é ser criativo